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  • QUEM SOMOS NÓS?

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    O Ocupa Política é uma confluência de organizações, coletivos da sociedade civil e (atualmente) 17 Mandatos-Ativistas.

    Estamos juntas para ocupar a política institucional, potencializar candidaturas ativistas e articular uma política suprapartidária de renovação progressista nacional!

     

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  • NOSSA LINHA DO TEMPO

    Deslize para o lado para conhecer um pouco da história do Ocupa.

  • 2020

    Ainda não temos palavras para descrever o que está sendo 2020.

     

    Mas sabemos que mais do que nunca será importante nos organizarmos para disputarmos os rumos do futuro!

     

    Nosso primeiro projeto nesse ano é a cartilha "Ocupe a Política", um manual ilustrado para quem quer se juntar nesse esforço.

  • NOSSAS MANDATAS

    Conheça as parlamentares do Ocupa Política eleitas nas eleições de 2018 e 2016.

    Somos 17 mandatas ativistas espalhadas em sete estados do Brasil!

  • mandatas federais

    Áurea Carolina

    Muitas/PSOL-MG

    Fernanda Melchionna

    PSOL-RS

    Sâmia​ Bomfim

    PSOL-SP

    Talíria Petrone

    PSOL-RJ

  • mandatas estaduais

    Andréia de Jesus

    Muitas/PSOL-MG

    Bancada Ativista

    Bancada Ativista/PSOL-SP

    Dani Monteiro

    PSOL-RJ

    Fábio Felix

    PSOL-DF

    Goura

    PDT - PR

    Juntas

    PSOL-PE

    Marina Helou

    REDE-SP

    Monica Francisco

    PSOL-RJ

    Renata Souza

    PSOL-RJ

  • mandatas municipais

    Bella Gonçalves

    Muitas/PSOL-MG

    Cida Falabella

    Muitas/PSOL-MG

    Ivan Moraes

    PSOL-PE

    Marquito

    PSOL-SC

  • NOSSOS princípios

    1

    Redução das desigualdades, busca por justiça social e por outras economias, baseadas na cooperação e na solidariedade;

    2

    Segurança cidadã, fim da guerra às drogas, pela valorização da vida;

    3

    Compromisso com a vida, contra toda forma de preconceito e violência;

    4

    Construção a partir das bases sociais, compromisso com lutas;

    5

    Abertura do sistema político, reforma popular que permita à sociedade incidir nas instituições;

    6

    Cultura viva, direito à cidade e aos territórios;

    7

    Educação popular e cidadania como práticas transformadoras;

    8

    Radicalização democrática, transparência e acessibilidade;

    9

    Responsabilidade no uso de recurso público, Estado como sinônimo de excelência;

    10

    Bem viver, descolonização da natureza, integração com todas as formas de vida.

  • MARIELLE VIVE!

    Trecho da fala de nossa amiga e eterna companheira de luta, Marielle Franco, no encontro do Ocupa Política em 2017, que aconteceu em Belo Horizonte. Vamos levar seu legado adiante, Mari!

  • NOSSO TEXTÃO-MANIFESTO

    Ousamos sonhar outro futuro, no qual se abrem as possibilidades de vida livre, feliz, integrada com a natureza, fundada nos interesses coletivos e na democracia real.

     

    A política do nosso país virou terra arrasada e cabe a nós reconstruir esse lugar. Agir agora é mais do que necessário – é uma tarefa vital.

     

    Precisamos ocupar o espaço controlado há tanto tempo por latifundiários, herdeiros, lobistas, patriarcas e endinheirados que só legislam em causa própria.

     

    A esperança e o destino das pessoas não podem ser reféns da ganância de poucos que se acham donos do poder. Nós somos a maioria e estamos unidas em torno de ideias, sonhos e lutas.

     

    Somos mulheres, mães, famílias, negras e negros, trabalhadoras e trabalhadores, LGBTIQ, povos tradicionais, jovens, pessoas com deficiência, ativistas de muitas causas. Viemos das periferias e dos centros urbanos, das zonas rurais, de quilombos e aldeias indígenas, de movimentos populares, praças, palcos e salas de aula.

     

    Compartilhamos a disposição de construir outra política: radicalmente democrática, laica, diversa, baseada no cuidado e no afeto, no fazer coletivo e na cooperação.

     

    Essa outra política possível já está sendo praticada em mandatas e gabinetonas em todo o Brasil. Nessas ocupações, lutamos pela democratização do país, com experiências de participação, transparência e abertura que precisam se expandir.

     

    Estamos aqui porque nossas vidas importam. A todo momento, corpos negros, de mulheres e LGBTs são vítimas de brutal preconceito, violência e intolerância. Chega! Vamos retomar a democracia com os nossos corpos políticos!

     

    O crescimento absurdo da violência, aliás, comprova que não adianta investir em mais armas e repressão militar. Chega! Defendemos uma política de segurança cidadã para proteger nossas vidas e comunidades, com respeito aos direitos humanos.

     

    Queremos outra política de drogas. A chamada “guerra às drogas” é um fracasso miserável e só produz violência, extermínio das juventudes, racismo estrutural e proliferação de máfias e facções. É urgente sair da lógica da criminalização para atuar na perspectiva do cuidado.

     

    O modelo econômico dominante — colonialista e predatório – é também injusto e insuportável, a ponto de apenas cinco homens acumularem mais riqueza do que a metade mais pobre da população brasileira. Esse modelo envenena, desmata, polui, destrói e faz sofrer. Mar de lama nunca mais!

     

    Queremos um novo sistema de comunicação que permita que todas as pessoas participem do debate público através de rádios e tevês públicas, populares e comunitárias, além de Internet com garantia de acesso, liberdade de expressão, privacidade e neutralidade da rede. Não vamos mais admitir a história única contada pela mídia corporativa. Somos muitas e diversas.

     

    Já passou da hora de equilibrar as contas, para que os pobres, a classe média e os ricos contribuam com impostos de acordo com as suas capacidades. É inaceitável tanta desigualdade!

     

    É urgente fortalecer economias pelo bem viver, de base comunitária, solidária e popular. Agroecologia, coleta e reciclagem de lixo, produção energética renovável, cooperativas produtivas, empreendimentos autônomos nas periferias e tantas outras possibilidades já fazem parte dessa agenda comum.

     

    Não aceitamos a apropriação privada dos bens coletivos. É fundamental remodelar as instituições para desconstruir privilégios e enfrentar a corrupção, aumentando a transparência, o controle social dos agentes públicos e o rigor da gestão governamental.

     

    Acreditamos que o Estado deve funcionar com excelência para entregar serviços e políticas públicas de qualidade para quem mais necessita – da educação ao transporte, da saúde à assistência social.

     

    A política não pode ser monopólio de ninguém. Precisamos de uma ampla reforma que corrija o sistema, com candidaturas cívicas, distribuição justa de recursos, partidos mais democráticos e representatividade nas instituições.

     

    Lutamos pela cultura como direito de todas. Confiamos no poder da arte que liberta e transforma realidades. A cultura constitui nossas formas de vida e atravessa todas as lutas. Está em terreiros, quilombos, favelas, teatros, praças, ruas, blocos de carnaval, saraus de poesia. Cultura salva vidas e não é caso de polícia. Viva a arte livre! Censura nunca mais!

     

    Temos direito ao presente e ao futuro. Outra política é possível e não dá mais pra esperar.

     

    Não estamos aqui para perder. Nossa luta é ancestral e nossas vitórias nos anos recentes são sementes que vão florescer. Estamos aqui com e por Marielle. Venceremos!

  • NAS REDES

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