• O Ocupa Política é um movimento suprapartidário de ocupação dos cargos legislativos em todo o Brasil, que já conta com 16 mandatas nos níveis municipal, estadual e federal!

    O movimento também tem na sua origem a participação de coletivos como Muitas (MG), Bancada Ativista (SP), Chama (RJ) e Agora é com a Gente (PE).

     

    Vamos com amor pela democracia e pé na porta!

     

     

     

     

     

  • NOSSA LINHA DO TEMPO

    Deslize para o lado para conhecer um pouco da história do Ocupa.

  • 2016

    Nas eleições municipais de 2016 as sementes de inspiração do Ocupa Política foram plantadas com a vitória das Muitas (em BH), Marielle Franco (no Rio de Janeiro), Talíria Petrone (em Niterói), Sâmia Bonfim (em SP), Fernanda Melchionna (em Porto Alegre), Marquito (em Florianópolis), Ivan Moraes (em Recife) e várias outras candidaturas incríveis por todo o Brasil.

    2017

    No final do ano de 2017, resolvemos reunir esse povo todo em um primeiro encontro que aconteceu na Ocupação Carolina Maria de Jesus, em Belo Horizonte.

    2018

    Para avançar na ocupação da política com nossos corpos, mais de 70 candidaturas ativistas se encontraram em São Paulo para compartilharem aprendizados, conhecimentos e forças.

     

    Estávamos nos preparando para as duras eleições de 2018 que tivemos que enfrentar sem a presença física da nossa companheira Marielle.

     

    11 Candidaturas foram eleitas, sendo 8 mulheres negras.

    2019

    Chegamos a 2019 com 16 mandatas ocupando os níveis municipais, estaduais e federais da política brasileira, e organizadas para resistir aos retrocessos que a agenda autoritária e populista vem apresentando para o Brasil e avançar com conquistas de direitos para a população.

  • NOSSAS MANDATAS

    Conheça as parlamentares do Ocupa Política eleitas nas eleições de 2018.

    Somos 16 mandatas ativistas espalhadas em sete estados do Brasil!

  • mandatas federais

    Áurea Carolina

    Muitas/PSOL-MG

    Fernanda Melchionna

    PSOL-RS

    Sâmia​ Bomfim

    PSOL-SP

    Talíria Petrone

    PSOL-RJ

  • mandatas estaduais

    Andréia de Jesus

    Muitas/PSOL-MG

    Dani Monteiro

    PSOL-RJ

    Fábio Felix

    PSOL-DF

    Juntas

    PSOL-PE

    Marina Helou

    REDE-SP

    Monica Seixas

    Bancada Ativista/PSOL-SP

    Monica Francisco

    PSOL-RJ

    Renata Souza

    PSOL-RJ

  • mandatas municipais

    Bella Gonçalves

    Muitas/PSOL-MG

    Cida Falabella

    Muitas/PSOL-MG

    Ivan Moraes

    PSOL-PE

    Marquito

    PSOL-SC

  • NOSSOS princípios

    1

    Redução das desigualdades, busca por justiça social e por outras economias, baseadas na cooperação e na solidariedade;

    2

    Segurança cidadã, fim da guerra às drogas, pela valorização da vida;

    3

    Compromisso com a vida, contra toda forma de preconceito e violência;

    4

    Construção a partir das bases sociais, compromisso com lutas;

    5

    Abertura do sistema político, reforma popular que permita à sociedade incidir nas instituições;

    6

    Cultura viva, direito à cidade e aos territórios;

    7

    Educação popular e cidadania como práticas transformadoras;

    8

    Radicalização democrática, transparência e acessibilidade;

    9

    Responsabilidade no uso de recurso público, Estado como sinônimo de excelência;

    10

    Bem viver, descolonização da natureza, integração com todas as formas de vida.

  • MARIELLE VIVE!

    Trecho da fala de nossa amiga e eterna companheira de luta, Marielle Franco, no encontro do Ocupa Política em 2017, que aconteceu em Belo Horizonte. Vamos levar seu legado adiante, Mari!

  • manifesto

    Ousamos sonhar outro futuro, no qual se abrem as possibilidades de vida livre, feliz, integrada com a natureza, fundada nos interesses coletivos e na democracia real.

     

    A política do nosso país virou terra arrasada e cabe a nós reconstruir esse lugar. Agir agora é mais do que necessário – é uma tarefa vital.

     

    Precisamos ocupar o espaço controlado há tanto tempo por latifundiários, herdeiros, lobistas, patriarcas e endinheirados que só legislam em causa própria.

     

    A esperança e o destino das pessoas não podem ser reféns da ganância de poucos que se acham donos do poder. Nós somos a maioria e estamos unidas em torno de ideias, sonhos e lutas.

     

    Somos mulheres, mães, famílias, negras e negros, trabalhadoras e trabalhadores, LGBTIQ, povos tradicionais, jovens, pessoas com deficiência, ativistas de muitas causas. Viemos das periferias e dos centros urbanos, das zonas rurais, de quilombos e aldeias indígenas, de movimentos populares, praças, palcos e salas de aula.

     

    Compartilhamos a disposição de construir outra política: radicalmente democrática, laica, diversa, baseada no cuidado e no afeto, no fazer coletivo e na cooperação.

     

    Essa outra política possível já está sendo praticada em mandatas e gabinetonas em todo o Brasil. Nessas ocupações, lutamos pela democratização do país, com experiências de participação, transparência e abertura que precisam se expandir.

     

    Estamos aqui porque nossas vidas importam. A todo momento, corpos negros, de mulheres e LGBTs são vítimas de brutal preconceito, violência e intolerância. Chega! Vamos retomar a democracia com os nossos corpos políticos!

     

    O crescimento absurdo da violência, aliás, comprova que não adianta investir em mais armas e repressão militar. Chega! Defendemos uma política de segurança cidadã para proteger nossas vidas e comunidades, com respeito aos direitos humanos.

     

    Queremos outra política de drogas. A chamada “guerra às drogas” é um fracasso miserável e só produz violência, extermínio das juventudes, racismo estrutural e proliferação de máfias e facções. É urgente sair da lógica da criminalização para atuar na perspectiva do cuidado.

     

    O modelo econômico dominante — colonialista e predatório – é também injusto e insuportável, a ponto de apenas cinco homens acumularem mais riqueza do que a metade mais pobre da população brasileira. Esse modelo envenena, desmata, polui, destrói e faz sofrer. Mar de lama nunca mais!

     

    Queremos um novo sistema de comunicação que permita que todas as pessoas participem do debate público através de rádios e tevês públicas, populares e comunitárias, além de Internet com garantia de acesso, liberdade de expressão, privacidade e neutralidade da rede. Não vamos mais admitir a história única contada pela mídia corporativa. Somos muitas e diversas.

     

    Já passou da hora de equilibrar as contas, para que os pobres, a classe média e os ricos contribuam com impostos de acordo com as suas capacidades. É inaceitável tanta desigualdade!

     

    É urgente fortalecer economias pelo bem viver, de base comunitária, solidária e popular. Agroecologia, coleta e reciclagem de lixo, produção energética renovável, cooperativas produtivas, empreendimentos autônomos nas periferias e tantas outras possibilidades já fazem parte dessa agenda comum.

     

    Não aceitamos a apropriação privada dos bens coletivos. É fundamental remodelar as instituições para desconstruir privilégios e enfrentar a corrupção, aumentando a transparência, o controle social dos agentes públicos e o rigor da gestão governamental.

     

    Acreditamos que o Estado deve funcionar com excelência para entregar serviços e políticas públicas de qualidade para quem mais necessita – da educação ao transporte, da saúde à assistência social.

     

    A política não pode ser monopólio de ninguém. Precisamos de uma ampla reforma que corrija o sistema, com candidaturas cívicas, distribuição justa de recursos, partidos mais democráticos e representatividade nas instituições.

     

    Lutamos pela cultura como direito de todas. Confiamos no poder da arte que liberta e transforma realidades. A cultura constitui nossas formas de vida e atravessa todas as lutas. Está em terreiros, quilombos, favelas, teatros, praças, ruas, blocos de carnaval, saraus de poesia. Cultura salva vidas e não é caso de polícia. Viva a arte livre! Censura nunca mais!

     

    Temos direito ao presente e ao futuro. Outra política é possível e não dá mais pra esperar. Em 2018, vamos ocupar as eleições com ousadia e alegria, e tomar o poder para distribuir potência.

     

    Não estamos aqui para perder. Nossa luta é ancestral e nossas vitórias nos anos recentes são sementes que vão florescer. Estamos aqui com e por Marielle. Venceremos!

  • CONTATO

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